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quinta-feira, 21 de junho de 2018

(1_BIO_LIC_NB_Bianca_Sponholz) NOITES MAL DORMIDAS AFETAM DIRETAMENTE O SISTEMA NERVOSO



Boas noites de sono são essenciais para ter uma boa qualidade de vida. Ter uma boa qualidade de vida significa que seu corpo está em harmonia, sobretudo, seu sistema nervoso também.
O sistema nervoso é formado por células chamadas de neurônios, que juntos formam o tecido nervoso. Eles são responsáveis pela condução dos impulsos nervosos, sem os quais não seriamos capazes de realizar nenhuma atividade, por mais simples que fosse.
A todo momento, nossas células nervosas estão realizando sinapses, que é o impulso elétrico de um neurônio pré-sináptico para um pós-sináptico. Com isso, são formados vários circuitos por assim dizer, cada um para uma função desempenhada pelo corpo, bem como para cada coisa nova que aprendemos.


Se o cérebro não repousar pelo tempo que for necessário, isso pode desencadear numa série de reações, começando com a redução e podendo levar até a perda das novas conexões sinápticas realizadas durante o dia. Mesmo tentando recuperar o sono perdido, esse dano continuaria, já que a qualidade do sono foi afetada.

Segundo o doutor Roger Albornoz, anestesista e diretor da Escola de Medicina da Universidade Peruana Unión, a falta ou a diminuição do sono é irrecuperável e provoca danos ao sistema nervoso. Albornoz diz ainda que alguns autores mencionam até que o risco de doenças do tipo Alzheimer e demência senil, dentre outros distúrbios neurológicos, aumenta.
Como a falta de sono afeta as conexões sinápticas do cérebro, consequentemente afetará outros sistemas, como o imunológico, e também interferir em funções cardíacas, hormonais e de metabolismo.
O tempo necessário de sono varia de acordo com a idade da pessoa:
·         Recém-nascido, 16 horas;
·         Lactante, entre 12 e 14 horas;
·         De 3 a 5 anos, 11 horas;
·         De 9 a 10 anos, 10 horas;
·         Idade adulta, entre 7 e 8 horas;
·         Velhice, menos de 7 horas.

Portanto, dormir as horas necessárias é extremamente importante para nossa saúde, pois a falta disso não vai causar apenas um maior cansaço durante o dia, mas também pode acarretar em diversos problemas de saúde, dês da obesidade até ao Alzheimer.

APLICAÇÃO DIDÁTICA: Esse conteúdo pode ser usado em uma aula sobre o sistema nervoso, ilustrando as conexões sinápticas dos neurônios, exemplificando o funcionamento dessa célula no corpo, utilizando uma situação que muitas pessoas passam, que é a falta das horas necessárias de sono. Também pode ser usado em uma aula sobre qualidade de vida, mostrando o que pode ocorrer com o corpo sem uma boa noite de sono e ainda expor a quantidade de horas necessárias de sono para cada idade.







sexta-feira, 15 de junho de 2018

(1_BIO_LIC_VB_Kauane_Chicora) DOENÇA DE PARKINSON

A Doença de Parkinson, ou processo de envelhecimento motor, é uma doença neurológica, degenerativa, crônica e progressiva, que é mais frequente em homens do que em mulheres, mas não se sabe a razão pela qual isso ocorre.



Os neurônios possuem uma determinada vida útil, como qualquer célula, mas ao contrário das demais, eles não se regeneram.

No caso das pessoas com a Doença de Parkinson, o sistema nervoso sofre degeneração em uma região do cérebro chamada substância negra e, sofre deficiência na dopamina (neurotransmissor) que controla os movimentos das pessoas.



Como a doença é causada pela degeneração dos neurônios, localizados no espaço intercelular do mesencéfalo constituído por melanina (substância negra), ainda não foram descobertos os motivos efetivos que desencadeiam essa doença, mas alguns fatores podem contribuir para que ela aconteça.


Imagem demostrando a substância negra, e onde é localizada. Disponível em: <https://www.google.com.br/search?q=substancia+negra&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwiu_Zb549HbAhUDxpAKHUhTAH0Q_AUICigB&biw=1366&bih=613#imgrc=btnRkzM71zlaSM:>.  Acesso em: 13 jun. 2018.

Um dos fatores é a idade, pois a doença de Parkinson acomete principalmente pessoas com mais de 60 anos, raros são os casos de pessoas com menor idade que possuem a doença. Familiares de pessoas que possuem a doença tem mais chances, de desenvolve-la também.

Os traumas repetitivos ou isolados causados no crânio também podem resultar na doença. Um exemplo é o da atividade que um lutador de boxe pratica. Como ele recebe diversos traumas repetitivos na região do cérebro, os neurônios produtores da dopamina, podem se lesionar.



O Parkinson é uma doença que não possui formas de prevenção e nem a cura. Mas existem medicamentos que podem amenizar os sintomas causados pela mesma. Rigidez e falta de equilíbrio, tremores, constipação, incontinência urinária, pouca expressão facial, distúrbios no sono e modificação na postura, são alguns sintomas causados pela doença.




Para obter mais informações sobre a doença de Parkinson e seus sintomas, assistir o vídeo do neurologista Dr. Willian Resende do Carmo, disponível em: < https://www.youtube.com/watch?v=Ztrg9m3L5lE>.

Aplicação didática: Esse material pode ser utilizado ao explicar o funcionamento do sistema nervoso, mostrando a importância e o papel dos neurônios em nosso corpo, pode ser utilizado também para tirar dúvidas dos alunos que possuem algum conhecido, ou até mesmo familiares que possuem a doença.


Disponível em: <http://www.vibrarcomparkinson.com/sinais-e-sintomas>. Acesso em: 13 jun. 2018.


(1_BIO_LIC_VB_Cintia_Koga) MAL DE PARKINSON: O TREMOR É APENAS O COMEÇO

Doença que é bem conhecida por apresentar certos tremores, mas que pode causar problemas muito maiores que até hoje são desconhecidos. O Mal de Parkinson é uma doença neurológica, crônica e progressiva, que vai atingir o sistema nervoso central e como consequência comprometer os movimentos. A maioria dos pacientes atingidos por essa doença possui em média 55-60 anos.

Como ocorre?

Como toda célula, os neurônios também podem morrer, o que os diferencia é que eles não podem se regenerar com o tempo. Quando acontece a morte desses neurônios na área conhecida como substância negra, que tem como função produzir a dopamina (neurotransmissor que controla movimentos finos e coordenados), essa doença começa a se desenvolver.

Substância Negra – o sistema nervoso é formado por neurônios,conectados através de sinapses, se comunicando através de neurotransmissores encontrados no botão terminal. Os neurônios que se encontram no mesencéfalo possuem uma diferenciação, que é possuir um pigmento escuro conhecido como melanina, originando então o nome Substância Negra Mesencefálica.


Disponível em: < https://g.co/kgs/dWZEBU >. Acesso em: 13 jun. 2018.

Essa substância está conectada a outros grupos de neurônios, formando os gânglios de base ( conjunto de corpos neuronais encontrados no interior do hemisfério cerebral).

Essa substância negra vai produzir a dopamina, que funciona como um neurotransmissor inibitório no corpo estriado. Quando o córtex inicia um movimento desejado os neurônios do corpo estriado aumentam a atividade de neurônios talâmicos, o que facilita os movimentos. Mas quando ele é indesejado ocorre ativação dos neurônios da substância negra, inibindo esse movimento. O Mal de Parkinson vai diminuir a quantidade de dopamina, fazendo com que o corpo estriado fique muito ativo,dificultando os movimentos.


Disponível em: < https://biosom.com.br/blog/saude/doenca-de-parkinson/ >. Acesso em: 13 jun. 2018.

Sintomas:

Variam de um paciente para o outro. Em geral apresentam no primeiro estágio da doença: tremores nas extremidades das mãos, e até mesmo nas pernas, movimentos mais lentos, diminuição do tamanho da letra ao escrever e rigidez muscular.

Dificuldade ao engolir, desaparecimento das expressões do rosto, também podem ser considerados sintomas.

Tratamento:

É importante lembrar que é uma doença que não tem cura, mas o médico pode receitar alguns remédios para ajudar no problema como andar, diminuir os tremores, aumentando a quantidade de dopamina no cérebro. Para pacientes com um estágio bem severo da doença podem ser feitas cirurgias.

Aplicação didática: pode ser usado como um complemento na aula sobre sistema nervoso, para entendimento da importância dos neurônios, e o que a falta deles pode ocasionar.


Disponível em: < http://parkinsonhoje.blogspot.com/p/substancia-negra.html >. Acesso em: 13 jun. 2018.

Disponível em: < http://www.minhavida.com.br/saude/temas/parkinson >. Acesso em: 13 jun. 2018.




(1_BIO_LIC_VESP_VA_Felipe Antunes) O QUE É A DOR SE ELA NÃO PODE SER SENTIDA?

Já ouviram falar de pessoas que não sentem dor? Sim! Existe pessoas que não sentem dor, isso se deve ao fato de terem uma síndrome denominada Riley-Day, em tese, uma a cada nove pessoas sofrem essa síndrome. 

Qual o motivo delas não sentirem dor? Biologicamente falando. É uma “falha’’ no sistema nervoso autônomo, que afeta drasticamente os neurônios sensoriais, simpáticos e parassimpáticos. 

Esses neurônios são iguais? Não são iguais, o neurônio sensório é responsável pela detecção de temperaturas diferentes, por exemplo. Já o neurônio simpático é responsável por reações rápidas, muitas vezes de perigo ou de stress, todavia, de maneira opositora os neurônios parassimpáticos são responsáveis por atitudes menos drásticas. 

O que é a doença em suma? De maneira sucinta, esta doença é hereditária autossômica e recessiva, relacionada a uma mutação em um gene no cromossomo 9. Além do indivíduo não sentir dor existe outros sintomas como deficiências no crescimento, dificuldades em comer, apneia, vômitos, convulsões, hipotonia, escoliose severa, diminuição do sentido do paladar. 

Devido à ausência de dor o indivíduo é mais suscetível a queimaduras, ossos quebrados, acidentes domésticos como o corte da mão por uma faca, entre outros. Infelizmente não existe cura conhecida, a maioria dos pacientes morrem quando criança.



Aplicação didática: este material pode ser usado para explicar doenças no sistema nervoso, ensinar ao aluno a importância dos sinais que o corpo dá, mostrar o quão complexo é o corpo humano, podendo também diferenciar o sistema nervoso central e periférico, como assunto de revisão ou introdução da matéria. Podendo também explicar um pouco sobre doenças hereditárias autossômicas, dependendo logicamente do seu público alvo. 

Disponível em: <https://www.portalsaofrancisco.com.br/saude/sindrome-de-riley-day>. Acesso em: 12 jun. 2018. 

Disponível em: <https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/biologia/nervos.htm>. Acesso em:12 jun. 2018.