O
consumo de energéticos caiu no gosto da população a partir da década de 80, em
que a finalidade do produto era deixar os jovens com uma energia a mais nas
pistas de danças nas casas noturnas, a partir de uma bebida feita para que
caminhoneiros e trabalhadores de fabrica tailandeses cumprissem mais horas
trabalhistas.
Nos
dias atuais, algumas pessoas consomem essa bebida na intenção de manter-se
ativas para as atividades do cotidiano como estudos, cumprir metas no trabalho,
entre outras.
As
principais substancias que deixam o energético com sua característica própria
são a taurina e a cafeína, em que esta age como transmissor metabólico,
fortalecedor de contrações cardíacas e vasodilatação, e essa atua como
estimulante cerebral. Porém se forem consumidas em excesso podem causar
problemas à saúde que vão desde dores de cabeça até arritmia cardíaca.
Além disso, ao misturar
energéticos com bebidas alcoólicas aumenta risco de se obter um problema
cardiovascular. A pressão arterial pode ser alterada com poucas doses de
bebidas energéticas, pois numa lata de 400ml tem, em média, 128mg de cafeína e
1,6g de taurina.
Segundo o cardiologista Fernando Augusto Alves da Costa, se consumido
frequentemente, os energéticos podem causar aumento permanente da pressão.
Sendo assim, indivíduos suscetíveis a doenças cardíacas devem ter cuidado
redobrado ao consumir bebidas desse gênero.
Por isso, deve-se evitar as
bebidas energéticas. Em termos de se manter mais dispostos no dia a dia, há
outras bebidas acessíveis para substituir os energéticos tratados em questão,
como por exemplo chá de limão com mel, atividade física, entre outros.
Aplicação
didática:
Após apresentar aos alunos o
sistema cardiovascular, introduzir o assunto doenças cardíacas visando agregar
atos do cotidiano, sendo que, nesse caso, o foco está na arritmia cardíaca
associada ao uso de bebidas energéticas.
Disponível em: <https://www.mundoboaforma.com.br/taurina-o-que-e-para-que-serve-e-efeitos-colaterais/ > Acesso em: 30 out. 2018.
Disponível em: <https://saude.abril.com.br/alimentacao/energetico-ameaca-o-coracao/> Acesso em: 30 out. 2018.
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